Antes e Depois: o que mudou em Counter-Strike: Global Offensive

Game previsto para ser lançado este ano traz melhores gráficos e jogabilidade

Renata Persicheto |

Anunciado em agosto passado, Counter-Strike: Global Offensive, cujo beta fechado já está disponível no Steam, apresenta melhorias gritantes nos gráficos, se comparado a qualquer um de seus títulos anteriores.

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Com novos mapas, modos de jogo, armas e personagens, CS: GO une a fluidez de Counter-Strike 1.6 à modernidade encontrada nas engines atuais. Focando no gameplay, torna-se um jogo mais bonito, porém leve, que deve manter a essência da série, deixada de lado em CS: Source e Condition Zero.

Abaixo, a imagem da direita mostra o mapa Aztec em CS 1.6, em que apenas caixas constituíam o cenário. A esquerda, os novos gráficos de Global Offensive.

Counter-Strike: Source, lançado em 2004, já apresentava gráficos melhorados em relação ao primeiro, embora não tenha caído nas graças dos jogadores por prezar o visual antes do gameplay.

Com texturas mais trabalhadas e animações cinematográficas, GO mostra vir com os dois pés na tendência de jogos de guerra, deixando para trás a aparência de um simples campo de paintball presente em CS 1.6.

Mesmos mapas, mas não o mesmo jogo

As novidades do game vão além do design. No gameplay, foram adicionados alguns aspectos interessantes e de uma agressividade esperada há tempos na franquia: quando o jogador é morto, a imagem congela por alguns segundos focando o atirador, colocando vítima e assassino cara a cara.

Outro ponto perceptível e destacável no título é a melhora na iluminação dos cenários. Mais equilibrada e clara, torna o jogo mais bonito e, embora não tenha sido apontada como uma falha anteriormente, ajuda muito na evolução do jogo. Abaixo, o antes e depois do mapa Office demonstra as melhorias da alteração:

A mira também sofreu mudanças, agora representada apenas por um ponto, se mostra mais precisa e até então não foi inclusa a opção de zoom da arma. No gráfico, acompanhe a evolução da pontaria no mapa Dust, quase irreconhecível em CS:GO:

Global Offensive se mostra mais dinâmico e exige certa habilidade do jogador. O tempo do round foi mantido, tal como a contagem de tempo até a explosão da C4 e o de compra do equipamento, porém dada a fluidez em que o jogo se desenvolve, certas ações necessitam utilizar menos tempo para ser executadas.

A versão beta do game ainda não conta com todo o arsenal costumeiro das outras versões. Por enquanto, estão disponíveis apenas certas metralhadoras e pistolas, nada de proteções como colete e capacete.

Caso tenha achado as mudanças gráficas do jogo muito drásticas, acalme-se. Global Offensive preservou o Counter Strike “de raíz”: as partidas não perderam a malandragem e seu caminho não foi desviado para uma cópia dos FPSs atuais. Mantendo a mesma linha do melhor jogo da série, CS:GO se mostra nada menos que uma atualização bem feita de CS: 1.6.

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